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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Em evento com Campos, PSB-BA filia Eliana Calmon pra disputar o senado e lança Lídice ao governo

 Marina, Lídice, Eliana e Campos juntos

O PSB da Bahia se reuniu ontem no Unique Eventos em Salvador com a presença do pré-candidato a presidente, governador Eduardo Campos de Pernambuco e da ex. senadora Marina Silva, onde na ocasião, filiaram a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon para disputar o Senado e lançaram o nome da senadora Lídice da Mata como candidata a governadora em 2014.

Lídice
 Lídice fazendo o uso da palavra

No uso da palavra, a senadora Lídice da Mata adotou definitivamente o discurso de candidata, Lídice criticou o dualismo PT-PSDB (“Brasil é plural”) e a costura de grandes alianças políticas com o objetivo de conseguir tempo de televisão, ao defender que os agrupamentos deveriam ocorrer apenas no segundo turno dos pleitos, com o lançamento de candidaturas de todos os partidos no primeiro turno. A parlamentar evitou comentar um possível segundo turno na eleição do próximo ano no estado. “Tentarei ganhar no primeiro turno”, desviou. A antiga aliada de Jaques Wagner avisou que não fará campanha “no contraponto” à atual administração, mas disse que é preciso pensar “a Bahia do futuro”. “Esta conformação de forças não está representando o povo. Isso está claro nas pesquisas. Se ela estivesse representando, o candidato do governo estaria no primeiro lugar. Isso significa dizer que o povo baiano busca outra candidatura para ir adiante”, avaliou. 

Campos
 Campos fazendo o uso da palvra

Pré-candidato à Presidência da República, o governador de Pernambuco Eduardo Campos iniciou sua fala comentando sobre a queixa feita pelo candidato do PT ao governo baiano Rui Costa, sobre uma “interferência indesejada” do líder socialista nas eleições da Bahia, segundo Campos, “isso é desviar do debate, estamos aqui para debater como a Bahia pode melhorar. Isso é uma tentativa de ir para a perfumaria, a casca; queremos ir para a essência. Acho que não é justo dizer isso da minha participação, como não seria dizer o mesmo sobre Lula, que deu sua opinião aqui. Quando ele [Lula] disse que tinha outra preferência, não estava se intrometendo. Estava dando a opinião dele”, comparou o presidente nacional do PSB. 

Campos adotou o mesmo discurso discurso ao falar sobre o governo federal petista. “Em determinado momento, o que a gente viu foi um recuo para o chamado governismo de coalizão, onde as práticas que tinham sido reclamadas por nós no passado começaram a ganhar expressão. Nos achamos no dever político e cívico de apresentar essas ideias e submeter isso ao julgamento da sociedade. Para preservar o quer fizemos, é necessário fazer novo pacto social e político. Esse já deu o que tinha que dar”, sentenciou.

Eliana
 Eliana Calmon fazendo o uso da palavra

Com o discurso de que entrou na política após 34 anos no Judiciário para "combater a corrupção". Eliana Calmon disse discurso não é de política. É um discurso de uma cidadã brasileira que resolveu deixar a tranquilidade da toga para começar a defender com mais ardor, com mais destemor, e com mais fala, e uma fala franca, aberta, sem teias, os direitos de cidadania e justiça social", avisou, logo na abertura da sua fala. 

Pré-candidata ao Senado, a ex-magistrada disse ter sentido "necessidade do povo brasileiro de ter em quem confiasse" como motivação para tentar chegar ao Legislativo. "A dificuldade maior foi como eu começaria esta vida, se em Brasília ou se na Bahia. Em Brasília eu estava há 24 anos. Fonte e Fotos: Bahia Notícias

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