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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Acasado de matar criança é preso em Euclides da Cunha e Índios tentam invadir delegacia para linchá-lo

Suspeito
Numa ação conjunta entre o 5º BPM e a Polícia Civil de Euclides da Cunha o acusado de ter assassinado uma criança de 2 anos e ferir gravemente família indígena foi preso. Segundo a Polícia, na Delegacia de Polícia Civil de Euclides da Cunha, Edson Santos Silva, vulgo “Edinho”, confessou a autoria dos crimes contra a família indígena.

Antes de o acusado ser detido, a polícia tinha um suspeito, logo no início da manhã deste sábado, 15, algumas horas depois da ação criminosa. Sem procedência do primeiro incriminado e coma a indicação de um novo suspeito, através de informações obtidas quando a polícia esteve no local do crime, teve-se a informação de que “Edinho”, acusado por último, seria o autor dos crimes, inclusive, não foi localizado na comunidade indígena Kaimbé, no povoado de Massacará, meio rural de Euclides da Cunha. No local do crime a polícia encontrou um machado com supostas marcas de sangue e um alicate que podem ser os objetos usados para matar a criança e ferir mais cinco membros da mesma família.

 
Índios tentam invadir delegacia
 

Na tarde de domingo, 16 de fevereiro, um grupo de índios da aldeia Kaimbé, do povoado de Massacará, meio rural de Euclides da Cunha, interditaram os dois sentidos da BR 116/Norte, em Euclides da Cunha, com queima de pneus e pedaços de madeira. Os índios pedem que Edson Santos Silva, acusado de ter matado uma criança de dois anos e ter feridos mais cinco membros da mesma família indígena, preso no sábado, 15 de fevereiro, seja entregue aos índios, para que a “Justiça” seja feita.  
 
Foi tensa a situação em frente ao Complexo Policial Civil e sede do 5º Batalhão de Polícia Militar de Euclides da Cunha, onde cerca de 100 índios Kaimbé, da localidade do Massacará, estão concentrado e ameaçam invadir o Complexo Policial Civil para resgatar Edson Santos Silva, Edinho, assassino confesso de uma criança indígena de 2 anos de idade e ferir mais cinco pessoas da família.
 
Indígenas da étenia Kaimbé tentaram invadir o Complexo Policial Civil de Euclides da Cunha, onde se encontra preso o assassino confesso da criança e ferimentos graves nos pais, para fazer justiça com as próprias mãos, foram rechaçados pela polícia que fez uso de bombas de gás lacrimogênio e sprey de pimenta. A reação policial se deu por volta das 19h30, depois que um grupo de índios mais exaltados liderados por um indígena que usava cocar, de uma das aldeias do município de Banzaê, cujo nome ainda não foi revelado, tentaram invadir a qualquer custo o CPC atirando pedras contra os policiais que faziam a barreira de proteção à unidade policial. Houve grande correria de pessoas e curiosos que se encontravam no local. Todo o tumulto Terminou por volta das 22h30. Com informações da TV do Cumbe e Euclides da Cunha.com

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