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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Nota de Esclarecimento do HGST Ribeira do Pombal


Na manhã de segunda-feira, 07, a Fundação José Silveira, responsável pelo Hospital Geral Santa Tereza, em Ribeira do Pombal, entrou em contato com a redação do site POMBAL ALERTA, afim de esclarecer os fatos ocorridos no mês de Março, onde foram feitas denúncias de maus tratos às grávidas atendidas na referida Unidade Hospitalar. Relembre o caso

Segue abaixo a Nota de Esclarecimento enviada pela Fundação:

Em relação às críticas que foram divulgadas sobre o atendimento de duas gestantes no Hospital Geral Santa Tereza, em Ribeira do Pombal, a instituição informa que o procedimento médico foi adequado em ambos os casos. Sobre o caso ocorrido em 23 de março, a referida gestante já chegou na unidade com o bebê "coroando", em período expulsivo. Imediatamente, ela foi amparada pela equipe do Hospital em um cadeira de rodas, quando, em pouco instantes, o bebê nasceu e o obstetra prestou o pronto atendimento naquele momento. A rapidez na assistência garantiu um suporte à parturiente em poucos minutos, desde sua chegada na unidade até a assistência médica. 

No caso da Senhora Jane Silva, todo o pré-natal foi realizado pelo obstetra Jorge Tadeu dentro da normalidade, sem alterações. Na quinta-feira (13/03), foi feita avaliação na gestante sem queixas, quando foi orientada que, se tivesse alguma intercorrência, voltasse para ser novamente avaliada. Na madrugada de quinta para sexta-feira, ela foi submetida à avaliação por dois obstetras: encontrava-se com colo do útero fechado, o feto em boas condições e não estava em trabalho de parto. Todas as vezes que a gestante procurou a unidade foi prontamente atendida, avaliada e liberada porque ainda não estava no momento do parto. Por sua própria decisão, decidiu procurar outra unidade.
O Hospital Regional de Ribeira do Pombal recebe grande número de pacientes de municípios sem regulação e sem contato prévio, atuando com presteza no atendimento a todos que procuram a unidade. Em relação à assistência obstétrica, é importante esclarecer que cada mulher tem seu próprio ritmo de trabalho de parto. Enquanto a evolução caminha para um nascimento normal, esta é a opção preferencialmente recomendada e preconizada por instituições como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Redação: Pombal Alerta
Com informações da ASCOM da Fundação José Silveira

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