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segunda-feira, 14 de abril de 2014

PSB confirma chapa com Campos e Marina

  
Foto: Humberto Pradera

“O lugar que cabe à velha política no Brasil, à política do fisiologismo e do patrimonialismo, é o da oposição, porque lá eles não sobrevivem”. A frase foi uma das mais enfáticas do forte discurso do presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, no ato político-cultural realizado em Brasília na segunda-feira (14), em que foi anunciada a indicação de sua pré-candidatura à Presidência da República e a de Marina Silva, fundadora da REDE Sustentabilidade e filiada ao PSB desde outubro de 2013, à Vice-Presidência. “Nós, da aliança PSB-REDE-PPS-PPL, vamos deixar essa gente na oposição, começando a construir o Brasil que o povo verdadeiramente quer. É possível, basta a gente acreditar”, afirmou Eduardo Campos.

Marina Silva reforçou o compromisso e garantiu que o 5º partido a formar a aliança deve ser o povo brasileiro, “que é esquecido no banco de reservas a cada eleição”. Segundo ela, os que entram para jogar são sempre os mesmos nas últimas décadas e a população está cansada dessa repetição, referindo-se à bipolarização das eleições. “O que estamos fazendo é abrir espaço para esse 5º partido entrar no jogo, apostando no futuro do Brasil, que tem que começar agora. Pelo Brasil que queremos, Eduardo para Presidente da República!”, conclamou a ex-senadora.
 
A indicação das pré-candidaturas foi o primeiro passo para a formalização da chapa Eduardo e Marina, que deve ser homologada em junho, na Convenção Nacional do PSB.
 
Sob o título “Eduardo Campos e Marina – Encontro pelo Brasil”, o ato político-cultural reuniu mais de 1mil pessoas no Salão Azul do Hotel Nacional, entre lideranças políticas, dirigentes e militantes dos quatro partidos. Senadores, deputados, governadores e prefeitos do PSB compareceram em peso, além dos presidentes do partido nos 27 estados. Personalidades como o escritor pernambucano Ariano Suassuna e políticos de outras siglas, como os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), o presidente nacional do PPS, deputado federal paulista Roberto Freire e o secretário-geral nacional do PPL, Miguel Manso.
 

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