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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Banzaê: Zona Rural sem escolas de séries finais (6°ao 9° ano)

Eu apenas não quero acreditar na TERRÍVEL e HORRENDA informação que acabei de saber. Eu achava que fechar as Escola José Dionisio Oliveira (Monte) e a Camilo Leles (Campo do Brito) foi a pior atrocidade da educação que a Prefeitura Municipal de Banzaê juntamente com a Secretaria Municipal de Educação (representados pelos seus respectivos gestores Galileu Gama (secretário), Patrícia Almeida (prefeita) e Luciano (primeiro cavalheiro) poderiam causar.
 
Fiquei sabendo que em todo o município, todas as escolas da Zona Rural, com a exceção a Escola Abraão de Souza Gama (Queimada Grande), poderão deixar de atender alunos do 6° ao 9° ano, assim sendo, poderão deixar de funcionar os núcleos de Palmares, Salgado, Tamburil, juntando-se às duas que já estava na lista desde o ano passado, as quais foram motivos de muitas polêmicas.
 
Vendo isso, eu me pergunto onde é que estão os grupos e órgão que defendem a cidadania e educação: Delegacia dos Direitos Humanos, Ministério Público do Estado da Bahia de Ribeira do Pombal (que parece ter cruzados os braços para esta situação), os Sindicados de Professores e Servidores Públicos, Grupo de Cidadania Ativa de Banzaê e Câmara de Banzaê? Todos estão calados diante disso? E os pais, o que pensam do fato de terem seus filhos menores com idade entre 10 e 17 anos sendo transferidos para a Sede do município ou para o Povoados vizinhos só para satisfazer aos caprichos e ao bel prazer dos nossos gestores.
 
Digo assim porque não pode dizer que é para o bem do município, porque até onde sei e todos sabemos os recursos da educação INDEPENDEM de outros que entram nos cofres do município (de fato com base na quantidade de alunos), ou será que está faltando o dinheiro da educação? E se está, por quê? Se os recursos estão poucos, apresentem isso à população, sejam transparentes, qual a alegação?
 
Ah! Número mínimo de alunos por sala (norma que nunca foi estabelecida pelo MEC). O MEC coloca sim, número máximo. Mas isso não é obedecido, porque dividir uma turma gera mais qualidade no ensino, e pode custar um pouco mais caro "no bolso" das Prefeituras.
 
Não precisa ser doutor em Direito Educacional ou outro tipo, para saber que isto não está tão embasado na em tais leis, é uma área "a parte", mas será que as escolas da área Indígena vão querer fechar também?
 
ESTÁ NA HORA DOS PAIS, ALUNOS E TODA A POPULAÇÃO DE BANZAÊ ACORDAR. Por Josivan Ribeiro

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