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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Dirigentes da Fifa são detidos na Suíça; brasileiro Marin está na lista

José Maria Marin
Sete dirigentes da Fifa foram detidos em um hotel em Zurique, na Suíça, na manhã desta quarta-feira (27), suspeitos de corrupção. O grupo pode ser extraditado para os Estados Unidos, pois as prisões foram feitas a pedido do Departamento de Justiça norte-americano, que investiga vários executivos, inclusive o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da CBF, que está entre os detidos.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, foram detidos, além de Marin, Jeffrey Webb, presidente da Confederação das Américas Central e do Norte (CONCACAF) e vice-presidente da Fifa; Eduardo Li, presidente da Federação da Costa Rica; Julio Rocha, agente de desenvolvimento da Fifa; Costas Takkas, da Concacaf; Eugenio Figueredo, ex-presidente da Conmebol; e Rafael Esquivel, integrante da Conmebol e presidente da federação de futebol da Venezuela.
O anúncio coincidiu com o uma operação na sede da Concacaf (Confederação da América do Norte, América Central e Caribe de Futebol) em Miami, como parte do caso.
A Fifa infomou que nem seu presidente, Joseph Blatter, nem Jerome Valcke, secretário-geral da organização, estão implicados no processo. A Organização também afirmou que não planeja adiar suas eleições (marcadas para daqui dois dias) e que as duas próximas Copas do Mundo - 2018 na Rússia e 2022 no Qatar - ocorrerão nos países normalmente. A Fifa também disse que irá colaborar com as autoridades suíças, e afirmou que o momento é certamente difícil.
De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, nove dirigentes da Fifa e outros cinco funcionários foram indiciados por corrupção, entre eles dois atuais vice-presidentes da entidade. O departamento também informou que os acusados respondem por extorsão, fraude eletrônica e conspiração para lavagem de dinheiro. Segundo o órgão, quatro pessoas e duas organizações já confessaram vários crimes.
O jornal “The New York Times” informou antes promotores dos EUA iriam abrir inquérito contra ao menos 14 executivos da Fifa, entre eles Jeffrey Webb (Ilhas Cayman), vice-presidente da comissão executiva; Eugenio Figueredo (Uruguai), que também integra o comitê da vice-presidência executiva e até recentemente era presidente da Conmebol; Jack Warner (Trinidad e Tobago), ex-vice-presidente da Fifa e ex-presidente da Concacaf; Julio Rocha (Nicarágua), presidente da Federação Nicaraguense; Costas Takkas; Rafael Esquivel; Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol; e José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Ainda de acordo com o NYT, serão investigados ainda executivos de marketing esportivo, entre eles Alejandro Burzaco, Aaron Davidson, Hugo Jinkis, Mariano Jinkis e José Margulies. Com informações do Globo Esporte.com 

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