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sábado, 20 de agosto de 2016

Rio 2016: Ao lado de Erlon, Isaquias leva a prata e se consagra nas águas da Lagoa


Você já presenciou o nascimento de um mito? Como precisar o exato momento em que uma pessoa cruza uma linha e muda de status? O instante em que anos de esforço, dedicação e sacrifício transformam um atleta de ponta em um herói olímpico? Isaquias Queiroz pode responder melhor do que ninguém. Eram 9h25 de 21 de agosto de 2016, um sábado, quando ele e o companheiro Erlon de Souza fecharam em segundo lugar o C2 1000m na final olímpica da Rio 2016. As águas da Lagoa Rodrigues serviam, naquele momento, de batismo para um mito do esporte nacional: Isaquias se transformava no único brasileiro a conseguir três medalhas numa única edição dos Jogos Olímpicos. A prata se juntava à outra já conquistada no C1 1000m e ao bronze no C1 200m. Para a torcida brasileira, pouco importava que o alemão Sebastian Brendel, agora com a ajuda de Jan Vandrey, ficasse novamente com o ouro - ele já havia sido a pedra no caminho do brasileiro no C1 1000m, prova que também venceu. A Ucrânia, de Ianchuck e Mishchuk, ficou em terceiro.


EM BANZAÊ TEM!

O feito de Isaquias não se restringe ao Brasil. Ele também se transformava no único atleta a ganhar três medalhas na canoa numa única edição dos Jogos - outros atletas conseguiram três medalhas, mas em provas de canoa e caiaque.
Isaquias sonhava com o ouro, mas a prata não causou decepção. Nem nele nem no público, que apoiou com entusiasmo a dupla brasileira do início ao fim. O mais novo mito do esporte vibrou com seu feito e agradeceu à torcida. Fonte e Foto: Globo Esporte.com

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