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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Adeus, Rússia! França Bicampeã: O balanço da Copa


Foram 32 dias de Copa do Mundo da Rússia. E 64 jogos depois, 169 gols marcados, eliminações e exemplos de superação, a história terminou com a França levantando a taça e carimbando a segunda conquista no currículo.

Além do triunfo francês, o Mundial ficou marcado pelo fiasco de gigantes, como Alemanha - eliminada na fase de grupos -, Espanha e Argentina - que deixaram a competição nas oitavas -, pelo bom futebol croata e um final diferente dos planos para a seleção brasileira, que caiu nas quartas para a Bélgica.

Mas também foi a Copa do árbitro de vídeo, das marcas individuais, como as do jovem Mbappé e, claro, dos mais diversos memes ao redor do mundo.

A Final



Os franceses voltam ao topo do mundo. Em um decisão com gol contra e uso do VAR inéditos em finais de Copa, além de invasão de gramado por um grupo radical russo, a França derrotou a Croácia por 4 a 2, neste domingo, no Estádio Olímpico Lujniki, em Moscou, e conquistou o título mundial de futebol pela segunda vez na história. Mandzukic (contra), Griezmann, Pogba e Mbappé fizeram os gols da equipe azul, enquanto Perisic e Mandzukic, este se aproveitando de uma falha bizarra do goleiro e capitão Lloris, descontaram para a Croácia. 

VAR

O Mundial da Rússia teve um grande protagonista, destaque na fase de grupos, mata-mata e até na grande decisão. E não foi Modric, Mbappé ou outro representante de França e Croácia. O árbitro de vídeo - ou popular VAR - foi a grande novidade. E o que não faltou foi polêmica.

Porém, de acordo com a Fifa - antes das semifinais -, o índice de acerto nas decisões dos árbitros foi de 99,3% – sem o VAR a entidade estima que o índice de acerto seria de 95,73%.

Artilheiro

Com seis gols, Harry Kane foi o artilheiro isolado da competição - Cristiano Ronaldo, Lukaku, Griezmann, Mbappé e Cheryshev, com quatro, ficaram atrás.

Pegador de pênaltis

Danijel Subasic, da Croácia, defendeu quatro cobranças de pênaltis e igualou o recorde do argentino Sergio Goycochea, que alcançou a marca na edição de 1990. 

Melhor da Copa e Craque Jovem



Após o apito final da partida que decretou o bicampeonato da França na Copa do Mundo, a Fifa anunciou os vencedores das premiações individuais do torneio. E a Bola de Ouro foi para um jogador que não faturou o título: Luka Modric, da Croácia, foi eleito o melhor da competição, à frente de Hazard e Griezmann. 


Mbappé alcançou duas marcas interessantes em relação à idade. Foi o mais novo desde Pelé a fazer dois gols em um jogo de mata-mata de Copa e entrou, ao lado do brasileiro e de Giuseppe Bergomi, da Itália, para a seleta lista de sub-20 que estiveram em uma final.

Melhor Goleiro



Courtois foi um dos responsáveis por levar a Bélgica ao terceiro lugar, melhor colocação da seleção na história das Copas. Contra a Inglaterra, no sábado, teve mais uma boa atuação na vitória por 1 a 0.

Campeão como jogador e técnico


Didier Deschamps entrou para um seleto rol: o de campeões da Copa do Mundo como jogador e treinador. Além do francês, são mais dois nomes: Zagallo (1958, 62 e 70), Franz Beckenbauer (1974 e 90).

Recordes e Cuirosidades

A edição de 2018 teve o maior número de gols contra da história do torneio. Foram 12 no total - o recorde anterior era de seis, em 1998. Mandzukic encerrou a Copa jogando contra o patrimônio no gol que abriu o caminho para a vitória francesa.

número de pênaltis marcados - alavancados pelo uso do árbitro de vídeo - também foi o maior já registrado: 29, mais que o dobro da edição anterior. Sete deles foram desperdiçados.

O cartão amarelo mais rápido da história da competição também foi aplicado na Rússia. O mexicano Jesus Gallardo recebeu a punição aos 13 segundos de jogo contra a Suécia, na última rodada da fase de grupos.

Pela primeira vez na história, todos os participantes marcaram ao menos dois gols na Copa do Mundo.

Foi a primeira Copa que não contou com seleções africanas classificadas às oitavas de final. Egito, Marrocos, Nigéria, Tunísia e Senegal foram eliminados na fase de frupos.

A Alemanha foi a terceira campeã seguida a ser eliminada na fase de grupos da Copa seguinte, repetindo a Itália em 2010 e Espanha em 2014. Os alemães não caíam tão cedo desde 1938. Informações e fotos: Globo Esporte.com

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